
O jato de combate JF-17 Thunder da Força Aérea do Paquistão, que estará presente no Farnborough 2010.
A Força Aérea do Paquistão colocará em demonstração seu mais recente avião de guerra JF-17 Thunder no famoso show aéreo internacional de Farnborough, entre os dias 19 e 22 de julho, conforme anunciado pela Alta Comissão Paquistanesa. O porta-voz da Alta Comissão disse que duas aeronaves demonstrarão suas características em voo durante o andamento do evento bianual onde os principais fabricantes de artigos de defesa normalmente revelam seus mais modernos equipamentos. O Chefe da Força Aérea do Paquistão, Marechal Rao Suleman Qamar, espera estar presente na ocasião.
A Força Aérea do Paquistão oficialmente introduziu o primeiro esquadrão de aeronaves JF-17 no dia 18 de fevereiro desse ano. A aeronave vem sendo co-produzida com a China e eventualmente irá substituir a atual frota de jatos F-7, A-5 e Mirage.
O Paquistão já anunciou que tem confirmado um pedido para 150 jatos JF-17, os quais vão aumentar para 250 aeronaves o número de unidades. A aeronave JF-17 Thunder é uma avançada aeronave de combate leve multimissão desenvolvida em conjunto pela Chengdu e a Pakistan Aeronautical Complex através de um projeto de colaboração estratégica.
A aeronave é projetada para ter um bom custo-benefício e atender as necessidades táticas e estratégicas da Força Aérea do Paquistão, e várias outras forças aéreas. As unidades de produção foram ajustadas para as novas aeronaves no Paquistão. O primeiro lote de 50 jatos JF-17 será equipado com aviônicos e mísseis de fabricação chines/paquistanesa, enquanto as mais recentes aeronaves serão equipadas com radares e mísseis mais avançados.
Na semana passada, a mais recente versão de três caças F-16 foram introduzidos na Força Aérea do Paquistão. Esses fazem parte dos 18 caças F-16C/D Block 52 encomendados pela Força Aérea do Paquistão dos Estados Unidos.
Fonte: APP – Tradução: Cavok
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É bem interessante essa abertura de um novo nicho de mercado pelo Thunder e também pelo seu rival indiano Tejas, que preenchem a lacuna que existia entre os aviões subsônicos de treinamento e ataque com os caças supersônicos atuais.
Esses caças leves possuem um valor de mercado bem abaixo até mesmo dos caças monopostos F-16, Gripen e Mirage (2000-5 e superiores) só que com capacidades acima dos Lifts e do AMX por exemplo.
Eles garantem poderio a baixo custo. excelente opção para nações como Equador, Bolívia e outros que possuem orçamento baixíssimo mas que precisam defender a soberania de suas nações.
Interessante também é a notícia de que o Tejas será utilizado no novo porta-aviões Indiano, seria muito bom o Brasil ter capacidade tecnológica para produzir um avião deste tipo para nossa Marinha.
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